Esmigalhando os cartórios da Bahia

O folhetim eletrônico Migalhas, sempre atento, publica na sua edição de 17 de janeiro carta de uma leitora que retrata, com fidelidade, a situação caótica dos serviços registrais e notariais baianos.

Trata-se da carta de Neuza Maria Arize Passos, registradora de Jacobina, Bahia.

Durante vários anos Neuza foi a representante do Irib no Estado da Bahia. Topei com a carta dela no Migalhas e resolvo divulgar aqui para conhecimento dos nossos leitores: tecle aqui.

Um comentário sobre “Esmigalhando os cartórios da Bahia

  1. A sra. registradora mostra-se bastante indignada com os tabelionatos, no entanto, esquece-se que os ‘meros’ escreventes fizeram concurso, concorrendo em alguns casos com mais de 5.000 candidatos. Digna e competentemente exercem os cargos para os quais foram designados. No entanto, tais escreventes necessitam de ferias e adoecem e como inexistem quem os substituam, o cartorio fecha. E, diga-se de passagem, rarissimas vezes. Outrossim, esqueceu a colega de indignar-se com aqueles que estudam durante quase toda a semana na capital e raramente comparecem ao trabalho e com o registro civil e as Varas Civeis que possuem escreventes como titulares. E mais, esquece-se de que os garbosos titulares, em sua maioria, exercem ilegal e irregularmente os cargos, pois foram ‘promovidos por acesso’ – concurso, nada!

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