Crônica de uma morte anunciada

A morte de Dorothy Stang foi a “crônica de uma morte anunciada”.

Não pelos avisos funestos e dramáticos da nova pistolagem paraense; muito menos pelos embates sociais e pelo confronto de visões tradicionais de ocupação da terra contrapostas ao modelo capitalista representado pelo agrobusiness…

Não! Esse velho-oeste tupiniquim é conseqüência direta da distribuição de títulos à granel patrocinada pelo Incra e fomentada pelos movimentos sociais. Querem um “papel passado”, mas se esquecem que é necessário o registro. De outra forma, como saber – socialmente falando – quem é quem, qual direito e a quem está assinalado? Quando falham as instituições, fala mais alto a violência.

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