
A torrente informacional abala o senso de orientação.
Já não há tempo para se consultar o Norte, os astros, os mestres. Reduzimos a informação a meros dados, a molécula a átomos, os cartório a datacenters.
Recombinamos o ‘tijolo fundamental’ do discurso e — fiat multitudo! Eis que os núcleos semânticos se dissolvem na rede. Não há mais um sentido de individuação, mas uma dissolução rizomática.
Nascem outros discursos. Metadiscursos. Descerra-se o HiperDireito.
Só a máquina será capaz de traduzir-se a si mesma?
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